sábado, 28 de setembro de 2019


Comparando o desenho do projeto com o que será feito para realizar a montagem.


Foi aberto o controle para a manipulação interna do mesmo. Na imagem está sendo mostrada a tampa superior do controle com o botão liga e desliga geral do controle.


Na tampa inferior do controle verifique as melhores posições para ser colocado a bateria. (Muito provavelmente necessitará do uso de um alicate de bico para “limpar”, retirar certas estruturas internas para tal encaixe)


No projeto original do controle o local onde estariam os triggers ou gatilhos no projeto do controle do robô foi adaptado para o encaixe dos botões que serão usados para a movimentação do robô. Neste caso foi utilizado uma faca quente para abrir os buracos para facilicar o encaixe. Após isso foi realizado as soldagens dos fios internos que ligam as bateria ao sistema inteiro como no desenb do projeto.


Para melhorar o visual do controle foi decidido remover os buracos da tampa superior. Para isso foi utilizado uma tela de arame — do tipo de tela para previnir a entrada de insetos na residência — e ferro de solda para a fixação do metal no plástico. Após esse procedimento foi aplicado massa plástica e depois lixado para remover o excesso.


Para dar um melhor acabamento na superfície utilize uma lixa d’água 2000.


Corte o excesso dos fios internos e depois solde os fios que saem do botão no fio que será ligado nos motores.








Este é o resultado final do controle já ligado aos motores do carrinho. Lembrando que o botão direito do controle controla o motor direito no carrinho, sendo ligado para baixo o carrinho deverá ir para frente, no meio deverá ficar parado e quando estiver ligado para cima o carrinho dará a ré.



sexta-feira, 13 de setembro de 2019


Este aqui é o projeto do controle com o desenho original e com suas devidas ligações. Cada bateria ficara de lados opostos para que o peso do controle na mão do controlador fique, desse modo, mais equilibrado e confortável. As baterias usadas são de 9v com um botão de segurança liga e desliga no meio do circuito. Os botões na frente são para o funcionamento e direcionamento do robô, sendo os dois botões ligados para baixo para ir para frente, no meio parado e ligado para cima para trás. Se invertermos as ligações o carrinho irá para o lado esquerdo ou direito. O fio de quatro vias usado tem 1,5 metros de distância, mas pode ser usado 2 metros para melhor mobilidade.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Materiais usados:


Será necessário uma rodinha de móveis como a da foto para que a direção do carrinho seja facilitada.



Será usado também um botão gangorra de três posições.
Um botão liga e desliga entrará para complementar o circuito geral do carrinho como uma chave de segurança e controle da bateria.



Será necessário também uma carcaça de controle de Xbox para o controle do carrinho.



2 motores de impressora de 12 volts com eixos alongados e emborrachados. (Os motores da foto teve seus eixos alongados a partir de um tubo de caneta sem tinta, adicione a lista portanto uma caneta pois usaremos ela inteira. Após alongar o eixo com o tubo onde vai a tinta revista-a com um garrote para que tenha a aderência correta para girar a roda).



Para as rodas serão necessários dois CDs, os da foto foram emborrachados com mangueira de soro para criar a aderência com o chão, o solo em que o robô atuará. Para os eixos foram usados dois palitos de unha devido o seu atrito que em comparação com outros materiais foi o menor. Para fixar os dois foi usado uma tampinha de garrafa com um furo no meio para que este palito passasse justo, após isso foi usado cola quente para a fixação de tudo. (Obs: lixe a superfície do CD em que será usado a cola quente).
Esse foi o modo mais bem sucedido do carrinho, pois antes usamos eixos curtos demais e o carrinho não ficava estabilizado, e a cada movimento havia uma enorme chance de quebrar. Essa foi uma solução exata para os problemas.
Após esse processo os eixos foram fixados em uma pequena argola de plástico, mas que pode ser feita também usando arame. Como mostra na foto abaixo:

Retorcendo o arame será possível criar está argola para que segure o eixo no lugar.
Também será necessário papelão e fios para que seja feita tanto o robô quanto a parte elétrica que o complementa. Isso não foi medido pelo grupo.



O tubo da caneta será usado para que o fio que ligará o carrinho ao controle saia para cima, assim evitando que o robô, ao se movimentar, não arraste o fio no chão e passe as rodas por cima.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Hoje, 27 de agosto de 2019, foi realizado na aula o aprendizado sobre circuitos elétricos. E foi discutido também sobre o Robô Gladiador. 
Na foto acima está o projeto a ser seguido para montar o controle do Robô, sendo o M os motores e F a bateria.
No decorrer do circuito haverá chaves liga e desliga e chaves com três posições que fará com que o carrinho pare, ande, ou de a ré.

ROBÔ GLADIADOR
Iniciaremos a partir desta publicação, as postagens referentes ao novo projeto. Montaremos utilizando as técnicas e matérias estudadas em sala de aula, um protótipo de robô onde, ao final da competição, serão testados um com os outros. Segue a seguir, o início do projeto.

domingo, 11 de agosto de 2019

Sábado dia 10 de agosto foi realizada a competição de lançamento de foguetes. No dia antes da competição foi realizado três testes, em dois deles o paraquedas falhou devido a falha no acionamento do paraquedas, mas o terceiro foi bem sucedido.
Na competição era permitido apenas três lançamentos, que no 1º lançamento atingiu a marca dos 3,79 segundos. No 2º lançamento atingiu a marca de 4 segundos. Já no terceiro que foi usado um paraquedas fornecido por outro grupo conseguiu-se atingir 4,53 segundos, assim então finalizando a comepetição em 10° lugar. No placar da sala terminou-se em 2º lugar.
Agradecimentos ao grupo 5 do 3°B por nos fornecer o paraquedas extra no grupo.

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Lançamento de projéteis


    Se você atirasse uma pedra com um determinado ângulo com ausência de força gravitacional ela seguiria uma trajetória retilínea uniforme. Porém, se adicionarmos uma força gravitacional observaremos um movimento uniformemente variado. Qualquer objeto lançado por algum meio e que segue em movimento por sua própria inércia é chamado de projétil.

            A componente horizontal do movimento de um projétil é como o movimento horizontal de uma bola de boliche que rola ao longo da pista sem o efeito retardador do atrito, ou seja, sua velocidade é constante. A componente vertical de um projétil sofre a ação da aceleração gravitacional, ou seja, a velocidade varia em função do tempo. Se tomarmos como sentido positivo da trajetória para cima, logo, se um projétil estiver se movimentando para cima, sua velocidade será positiva indicada pelo sentido positivo, porém a aceleração da gravidade será negativa, pois sua ação é oposta ao sentido positivo. Ainda quando esse mesmo projétil estiver se movimento para baixo, sua velocidade será negativa, pois é oposta ao sentido positivo. O sinal  da velocidade diz respeito apenas ao sentido do projétil em sua trajetória.

            A trajetória curvilínea de um projétil é uma combinação do movimento horizontal com o movimento vertical. As componentes verticais e horizontais de projéteis são independente uma da outra, ou seja, movimento horizontal não afeta o movimento vertical. Esta propriedade permite decompor um problema que envolve um movimento bidimensional em dois problemas unidimensionais independentes, um para o movimento horizontal e outro para o movimento vertical.

         

Lançamento oblíquo



            O lançamento oblíquo trate-se de um projétil lançado em um determinado ângulo. Um bom exemplo para lançamento oblíquo é um é o lançamento de foguete de garrafa PET, o foguete é disparado com uma velocidade inicial em um determinado ângulo seguindo o movimento de sua própria inércia, tanto no eixo horizontal quanto no eixo vertical, porém no eixo vertical ele sofre a ação da gravidade.


Fonte: https://sites.google.com/site/ifscastronomia/foguete-de-garrafa-pet